Festival Música para Brincar oferece programação online para crianças por 14 dias

Levar diversão para a criançada que está em casa cumprindo o isolamento social é o que inspira a sexta edição do Festival Música para Brincar, que caprichou na programação e vai oferecer ao público infantil um cardápio recheadíssimo de atrações a partir de amanhã, 14h, até o dia 9 de abril. São 14 dias seguidos, sempre às 14h, com shows musicais, brincadeiras, contação de histórias e oficinas, transmitidos no canal  Música para Brincar Online, no YouTube.

A grade de atrações busca mesclar diferentes tipos de atividades e linguagens artísticas para entreter os pequenos e, para isso, grupos artísticos infantis foram convidados para integrar a programação. São eles Tapetes Contadores de Histórias, Curiatã, Catibiribão, Corrupião e Cadeira de Brin, além do percussionista Mário Pam, que vai ministrar Oficina de Percussão, ensinando as crianças um pouco sobre samba reggae.

“Nesta versão online do festival, a nossa proposta é que as famílias reservem aquele horário diário para promover um escape para as crianças, Sabemos o quanto elas estão expostas a vídeo games, desenhos e outros conteúdos pasteurizados, que as colocam num lugar de passividade, então buscamos priorizar um conteúdo diverso, com riqueza cultural, que convida elas para um repertório de canções, descobertas e brincadeiras, como um resgate mesmo à cultura do brincar”, comenta a produtora cultural e idealizadora do Música para Brincar, Renata Hasselman, à frente da Multi Planejamento Cultural.

Em todas as apresentações, o pano de fundo é o estímulo a criatividade, às atividades corporais e a busca por capturar as crianças para a cultura, a arte, o riso, a dança e a música. “Sabemos o quanto essa presença ativa da criança na brincadeira contribui para a sua subjetividade, pensamento crítico e capacidade de reflexão”, reforça Hasselman.

O projeto Música para Brincar tem apoio financeiro do Estado da Bahia através da Secretaria de Cultura e da Fundação Cultural do Estado da Bahia (Programa Aldir Blanc Bahia) via Lei Aldir Blanc, direcionada pela Secretaria Especial da Cultura do Ministério do Turismo, Governo Federal.

Abaixo, confira PROGRAMAÇÃO e um pouco sobre cada GRUPO:

 I PROGRAMAÇÃO I

14H 

Canal YouTube: Música Para Brincar Online

27.3 (sábado)  - Show Grupo Curiatã

28.3 (domingo)  - Show Grupo Cadeira de Brin

29.3 (segunda) - Os Tapetes Contadores de Histórias em “A Pequena Princesa Ratinete”

30.3 (terça) - Brincadeira Eu sou o Zé com o Grupo Curripião

31.3 (quarta) - Oficina Monte o seu Brinquedo com o Grupo Curripião

01.4 (quinta)  - Brincadeira Abadabadá com o Grupo Curripião

02.4  (sexta) - Os Tapetes Contadores de Histórias em “Como o Sol Passou a Brilhar no Mundo”

03.4 (sábado) - Show Catibiribão

04.4 (domingo) - Show Canastra Real

05.4 (segunda) - Os Tapetes Contadores de Histórias em “O casamento da Onça com a filha da Cotia”

06.4 (terça) - Brincadeira ABC das Mãos com o Grupo Curripião

07.4 (quarta) - Oficina de Percussão - Samba Reggae com Mestre Mario Pam

08.4 (quinta) - Brincadeira Papa, Popó e Peão  com o Grupo Curripião

09.4 (sexta) - Os Tapetes Contadores de Histórias em “A Galinha que subiu até o Céu”

I CONHEÇA OS GRUPOS I

CANASTRA REAL – Interessado no repertório de brincadeiras, brinquedos, cantigas e histórias da infância, o grupo tem como principais fontes os textos da tradição oral, a literatura e o cancioneiro popular. O espetáculo musical “Toada Crianceira” se constitui a partir do repertório de canções tradicionais na forma de acalantos, brincos, lenga-lengas, parlendas, trava-línguas, tangolomangos e quadras populares.

TAPETES CONTADORES DE HISTÓRIAS - Grupo de contadores de histórias que há 23 anos costura tapetes e outros cenários de tecido para narrar contos populares de origens diversas e de autores renomados como Ana Maria Machado, Carlos Drummond de Andrade e Ricardo Azevedo. Coordenado por Warley Goulart, o grupo produz apresentações artísticas, oficinas de formação e exposições interativas de seu acervo a fim de despertar o gosto do público pelas artes e pela leitura. Referência internacional na pesquisa entre oralidade e arte têxtil, o grupo já se apresentou no Brasil e em outros 11 países. São eles, os tapetes contadores: Cadu Cinelli, Edison Mego, Rosana Reátegui e Warley Goulart.

CURIATÃ - O grupo Curiatã nasce em meados de 2016, a partir do encontro de 3 músicos/ educadores musicais e pesquisadores apaixonados pela musicalidade e pelas canções, manifestações, ritmos e brinquedos da cultura popular brasileira. Seu nome - uma variação de “Guriatã” -, remete a um passarinho cantador da fauna brasileira, famoso pela capacidade de imitar o canto de outros pássaros. Munidos de flauta, pife, alfaia, atabaque, pandeiro, cavaquinho, violão e viola, dentre outros instrumentos, o Curiatã busca expressar uma sonoridade tipicamente nordestina, enraizando referências como os grupos Quinteto Armorial, Banda de Pífanos de Caruaru, Comadre Fulozinha, Coco Raízes de Arcoverde, dentre outros.

CATIBIRIBÃO – O grupo apresenta o show Bi-Bambu, composto por canções que promovem a memória musical de várias comunidades brasileiras através de um repertório que divulga a diversidade lúdica e a graça, próprias das brincadeiras infantis.


CORRUPIÃO - O Currupião é um pássaro residente do sertão e empresta seu nome ao grupo para batizar um projeto que tem como alicerce a diversa e rica cultura popular através de um olhar cuidadoso voltado para a infância. A referência identitária é a linguagem da brincadeira, e premissa do trabalho é que brincar remete a completude.,

CADEIRA DE BRIN - "Cadê Rádbrin? - Uma Aventura Brincante" é um show interativo, onde crianças e adultos são convidados a vivenciar a história do menino Rádbrin - um forasteiro que se perde dos pais numa feira e se depara com a riqueza cultural nordestina. Além de acompanhar as aventuras de Rádbrin, o público é convidado a dançar, cantar e brincar folguedos como roda de côco, quadrilha, bumba-meu-boi, juntamente com brincadeiras originais, criadas pelo grupo. São 5 artistas/brincantes, que trazem à cena instrumentos musicais diversos, adereços cênicos, bonecos, máscaras e canções originais, criadas pelo grupo, além de clássicos da cultura nordestina.

MESTRE MÁRIO PAM – Professor de música e regente da banda do bloco Ilê Aiyê, Mário Pam desde a sua infância se encantou pela arte percussiva. Formado em Licenciatura em Música pela Universidade Católica do Salvador e mestrando na UFBA, hoje ministra aulas de percussão e palestra em Universidades, ONGs, escolas públicas e privadas, assim como para diversos grupos da Europa e Estados Unidos. Atualmente coordena a Associação Cultural Tambores do Mundo, que há treze anos reúne percussionistas de todo mundo para um intercâmbio musical e cultural em Salvador durante o Carnaval, além de promover ações sociais em comunidades de Salvador.

LINK DE VÍDEO: 

https://we.tl/t-UaZojJUTly


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