Domingo no TCA apresenta J. Velloso, Mariene de Castro e Cortejo Afro


Chegando ao 13º ano, o projeto Domingo no TCA trará para o público, no domingo (20), na Sala Principal do Teatro Castro Alves, no bairro do Campo Grande, em Salvador, o show “Não sei se te contei”, do artista J. Velloso. O cantor, compositor e produtor musical baiano, que celebra seus 35 anos de carreira, apresenta canções do seu terceiro e novo disco, junto ao diversificado repertório de sua autoria já conhecido nas vozes de grandes artistas brasileiros, a exemplo de Mariene de Castro, que participa como convidada, assim como o Cortejo Afro. A sessão começa às 11h e os ingressos custam R$ 1,00 (inteira) e R$ 0,50 (meia), vendidos apenas no dia do evento, a partir das 9h, com acesso imediato ao teatro.

Maria Bethânia, Gal Costa, Gilberto Gil, Caetano Veloso, Beth Carvalho, Jussara Silveira, Daniela Mercury, Jorge Vercillo, Belô Velloso e Margareth Menezes são outros nomes que já gravaram as composições de J. Velloso, que, neste mais recente trabalho, explora a Música Popular Brasileira em estilos diversos. Antes de “Não sei se te contei” (2018), J. já havia lançado dois álbuns: “Aboio para um Rinoceronte” (2004) e “J. Velloso os Cavaleiros de Jorge” (2009), além de um livro-CD (“Santo Antônio e outros Contos”, 2010).

A participação de Mariene de Castro é significativa devido ao trabalho que J. Velloso realizou como produtor e diretor artístico no início da carreira da cantora, que está comemorando duas décadas de sua trajetória. “Nesse tempo que já vivi, 35 anos envolvido nessa loucura de gostar de fazer música, Mariene de Castro esteve presente de diferentes formas, muito por eu ter estado no nascedouro dos seus primeiros passos como intérprete, mas hoje muito mais por ela estar com muita bravura fazendo música pensando em arte”, conta Velloso.

Para dar ainda mais significado ao espetáculo, J. Velloso também recebe o Cortejo Afro, bloco com que J. e Mariene estiveram envolvidos desde o início e que, não por coincidência, também comemora 20 anos de história. Junto com Alberto Pita, artista plástico e criador do Cortejo Afro, eles desenvolveram ideias que, mesmo depois de tanto tempo, continuam permeando seus caminhos. “O Cortejo é um bloco modernizador, o bloco afro mais instigante do país, no qual eu e Mariene estivemos envolvidos, num encontro decisivo que serviu como escola e laboratório para os nossos sonhos artísticos, junto com Alberto Pita”, detalha o artista, que promete: “Temos coisas novas para misturar e mostrar, seguindo o caminho da crença de que a transformação da sociedade só é possível através da liberdade da arte”.

SECULT/BA


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